segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quer um caderno artesanal?

O registro escrito em pequenos cadernos, ou diários de bordo é um hábito antigo. Apesar da concorrência proporcionada pelas novas tecnologias, com tablets e smartphones, há quem não troque a experiência única de marcar suas idéias, pensamentos, impressões de viagem, desenhos e esquemas nas folhas do caderno.

Existem hoje algumas marcas tradicionais como a Moleskine, mundialmente conhecida, a Cícero sua concorrente brasileira e outras que podem ser encontradas nas grandes papelarias e livrarias do mundo todo. Mas justiça seja feita, existe também uma pequena produção de cadernos artesanais que podem ser encontrados por aí. Basta vasculhar um pouco na internet e encontramos uns bem legais.

Particularmente eu tenho os meus "Kelskines", como apelidou meu irmão. A minha ideia desde o início era testar papéis e tintas e com isso gerar um produto artesanal. O primeiro eu fiz pra mim, claro, e comecei a usar na faculdade - sou designer gráfico - registrando alguns esboços, fazendo algumas anotações etc. Alguém viu, gostou e daí apareceu mais um caderno. Fiz mais alguns de presente pros meus irmãos e sobrinhos. E depois mais um, e mais um, e mais um...

A produção é pequena e lenta, pois artesanal, mas é divertida.

Agora decidi sortear três deles nas seguintes condições:
  • Um será sorteado no dia 26 de junho de 2011, entre aqueles que estiverem me seguindo (@kelsonmoreira) no twitter e derem um retweet no tweet do sorteio;
  • Outros dois cadernos, serão sorteados no dia 03 de julho de 2011, somente entre aqueles que estiverem me seguindo no blog e postarem um comentário no post do sorteio (clique aqui). Mas atenção! Não basta só seguir o blog, ou só deixar o comentário. Tem que fazer as duas coisas. E só valem para comentários no post do sorteio;
Quem ganhar vai poder escolher a frase que será pintada na capa do seu caderno. Então é isso. Aguardo vocês. Boa sorte!

Um comentário :

Joice disse...

‎"(...) Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! (...) há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas e esquecer os caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares" (Fernando Pessoa).